quinta-feira, 27 de outubro de 2011

BALEIAS


BALEIAS

As baleias são mamíferos marítimos pertencentes à classe dos Cetáceos, são animais que vivem desde o nascer até a morte na água. Elas não têm guelras e, por isso, têm de subir para respirar na superfície, periodicamente.

Geralmente as baleias têm mais de 4 metros de comprimento. Atualmente existem 40 espécies de baleias sendo que metade delas está ameaçada de extinção, graças à caça indiscriminada de países que não respeitam alegislação internacional como o Japão, por exemplo.



As narinas das baleias ficam no alto da cabeça e, quando elas sobem para respirar, soltam ar quente, que, quando entra em contato com a atmosfera, se transforma em gotas de água. Quando o ar é expelido, essas gotas podem chegar a 6 metros de altura.
Seu corpo é coberto por uma camada de gordura que a ajuda a baleia a submergir, a manter a temperatura do corpo e a armazenar energia. Seu esqueleto é muito semelhante ao dos mamíferos terrestres de grande porte como, por exemplo, o elefante.

A cauda da baleia é o seu principal modo de locomoção. As nadadeiras  das baleias são membros locomotores atrofiados de seus ancestrais, que viviam em terra e eram quadrúpedes. Esses ancestrais viveram, há cerca de 50 milhões de anos, durante a era cenozóica, eles passavam muito tempo na água para buscar alimentos, dessa forma, gradativamente ocorreu a adaptação.

As baleias emitem dois sons conhecidos, sendo que um deles é usado como sonar e o outro como meio de comunicação com os companheiros de sua espécie.

Normalmente estes animais vivem 30 anos, sendo que já houve registros de baleias com 50 anos de idade. As baleias se alimentam principalmente de peixes, sendo que algumas delas (como as jubartes), não têm dentes. Como substituto dos dentes essas baleias têm algumas laminas ósseas (cerca de 400) que são usadas para filtrar a água engolida juntamente com os peixes. A água engolida é devolvida ao mar, e os peixes presos as laminas são, então, engolidos.
Na Idade Média, o objetivo da caça era a obtenção de carne da baleia para o consumo. Já no século XVIII começou a extração do óleo das baleias. Cada baleia rendia 160 barris de óleo. Do fígado do animal é possível extrair um óleo rico em vitamina A.

A Comissão Internacional da Baleia (que reúne somente 15 paises) fixou o limite máximo de 20.000 baleias a serem caçadas por ano. Porém, ainda existem pessoas que insistem em não respeitar a lei, o que acontece sempre que uma lei prejudica a obtenção do lucro. Atualmente existem poucas baleias no mundo e a caça mata mais do que as baleias se reproduzem, o que pode, em pouco tempo, levar estes mamíferos à extinção. As espécies de baleias mais conhecidas são as Orcas, as Jubartes, as Francas, as Cachalotes  e as maiores que existem: as baleias Azuis




                             
                                        BALEIA AZUL

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baleia-azul, (Balaenoptera musculus) é um mamífero marinho. Como outras baleias, as baleias azuis usam lâminas córneas na sua cavidade bucal para filtrar seu alimento (krill) da água do mar, alimentando-se também de pequenos peixes e lulas. A baleia-azul é o maior animal já existente, podendo chegar a ter 33 metros de comprimento e mais de 180 toneladas de massa.
A baleia-azul possui uma pequena aleta (abertura) que é visível apenas num curto período, quando a baleia mergulha. Tal aleta pode produzir jatos de água de até nove metros altura. O seu pulmãopode conter aproximadamente cinco mil litros de ar.
É também o animal mais ruidoso do mundo. Emitem sons de baixa frequência que atingem os 188 decibéis — mais fortes que o som de um avião a jacto — que podem ser ouvidos a mais de 800 quilómetros de distância.




                         BALEIA JUBARTE



A baleia jubarte é uma espécie cosmopolita, habitando todos os oceanos. Assim como algumas outras espécies de baleias, a jubarte realiza uma migração anual. Durante o verão ela se dirige para as águas polares para se alimentar e durante o inverno migra para águas tropicais e subtropicais para acasalar e dar à luz seus filhotes. Assim, no hemisfério sul as jubartes chegam por volta de junho/julho e permanecem até novembro/dezembro, quando retornam para as áreas de alimentação. As áreas de reprodução da espécie são tipicamente próximas a ilhas ou continentes e/ou associadas a ambientes coralíneos. A espécie se reproduz ao longo da costa nordeste do Brasil e o Banco dos Abrolhos, é o maior berço reprodutivo do atlântico sul.

Para conhecer melhor seu ciclo de vida vamos imaginar como seria a vida de uma jubarte. Estamos em agosto, próximo ao arquipélago dos Abrolhos. Após onze ou doze meses de gestação uma fêmea entra em trabalho de parto. É o começo da madrugada e os primeiros raios de sol começam a penetrar na superfície do mar. A baleia começa a ter contrações e na fenda genital aparece a primeira porção do filhote. Em outras espécies de cetáceos em que foi acompanhado o parto, a cauda do filhote aparece primeiro, ao contrário do que é observado em outros mamíferos. Isto ocorre porque até a ocasião do nascimento o aporte de oxigênio do filhote é repassado através do cordão umbilical, mas neste momento o cordão se rompe e o recém-nascido precisa chegar rapidamente à superfície para respirar pela primeira vez. É possível que sua mãe nade sob ele e o apóie em suas costas ajudando-o a subir à superfície, onde ele então infla seus pulmões pela primeira vez. Sua pele é cinza claro e sua nadadeira dorsal ainda é mole e dobrada para facilitar o nascimento. Embora as jubartes possam ter filhotes em anos consecutivos, em geral o intervalo entre os nascimento é de 2 a 3 anos; sempre nasce um único filhote, já medindo cerca de 4 a 4,5 metros de comprimento e pesando por volta de 800 a 1000 Kg.

Após nadar e respirar o filhote irá mergulhar para mamar pela primeira vez. O leite das baleias possui um alto teor de gordura, cerca de 40%, que irá fornecer a energia necessária para o crescimento do filhote. Durante a amamentação, os pesquisadores freqüentemente observam a fêmea com o corpo em posição vertical, com a cabeça voltada para o fundo do mar e a nadadeira caudal exposta acima da superfície. Supõe-se que desta forma as glândulas mamárias permanecem mais próximas da superfície, permitindo que o filhote suba para respirar com maior facilidade.

Os próximos meses serão críticos para a sobrevivência do filhote, quando ele estará mais sujeito ao ataque de predadores como tubarões, poderá ficar emalhado em redes de pesca ou, caso se perca de sua mãe, poderá morrer por inanição. Por isso as baleias jubarte permanecem o tempo todo ao lado de seus filhotes, mantendo um contato corporal intenso neste período. Se algum barco se aproximar a fêmea mantém seu corpo entre o filhote e a embarcação, como forma de protegê-lo.
Enquanto fêmeas sem filhote e machos adultos iniciaram a migração primeiro para as áreas de alimentação, esta fêmea irá esperar o final da temporada até que seu filhote tenha crescido e desenvolvido uma camada de gordura que permita que ele acompanhe sua mãe em uma viagem de mais de 4.000 km até as águas geladas nas proximidades das ilhas Sanduíche do Sul e Geórgia do Sul, locais onde baleias de Abrolhos já foram avistadas.

Esta viagem poderá se iniciar em dezembro e durar cerca de dois meses.
Por volta dos seis a dez meses de vida o filhote irá desmamar. Neste período é provável que ele intercale o consumo do leite materno com a captura de krill, um pequeno crustáceo semelhante ao camarão que ocorre em abundância nos mares polares durante os meses de verão. O filhote irá aprender com sua mãe as técnicas para capturar o alimento. É importante que tanto a mãe como seu filhote consigam ingerir uma grande quantidade de krill. As jubartes só se alimentam durante o verão e precisam acumular energia na forma de gordura. Esta reserva energética permite que suportem um jejum de alguns meses durante a temporada em águas tropicais – onde não existe krill. Após este período, o filhote fará com a mãe sua primeira migração de retorno ao local onde nasceu.

Com o fim do verão e a proximidade do inverno a baleia e seu filhote iniciaram a longa viagem de volta. Ao chegarem de volta ao Brasil o filhote, já independente e tendo aprendido a rota de migração, poderá permanecer mais algum tempo junto de sua mãe ou separar-se dela, passando a interagir com outros grupos. Nesta fase terá aproximadamente 8 a 9 metros de comprimento. Embora independente, ainda não estará completamente desenvolvido. Ele irá realizar ainda 4 ou 5 migrações completas antes de atingir sua maturidade sexual por volta dos quatro ou seis anos de idade, quando medirá de 11,6 a 12 metros de comprimento. As fêmeas dão à luz pela primeira vez por volta dos seis anos de idade, fazendo nascer uma nova geração e repetindo mais uma vez um ciclo que vem ocorrendo na Terra desde muito antes da existência da Humanidade.

ZEBRA


Características

zebra é um mamífero originário da África, habita o sul e o norte da África. É muito conhecida por sua pelagem com listras brancas e pretas, transversais, sobre o fundo mais ou menos claro, que constituem uma camuflagem perfeita em seu habitat natural. É menor que seu parente, o cavalo, e muito parecida no aspecto e nos hábitos ao asno selvagem. A zebra pode chegar a uma velocidade de 70 km/h. Pode viver em média até os 30 anos.

Tipos de zebras

As zebras vivem em grupos sociais que reúnem várias fêmeas e filhotes ao redor de um macho. Há as subespécies E. quagga antiquorum (zebra-de-chapman) e E. quagga quagga, subespécie extinta, eliminada pelos bôeres, na África do Sul; o último exemplar morreu em 1883, no Zoo de Amsterdam.
Zebras.

Zebra da Montanha

Diferentemente das demais espécies de zebras que vivem em zonas mais áridas, a Zebra-da-Montanha habita o sudoeste da África em áreas com vegetação mais abundante e densa. O desenho rajado da pelagem ajuda a romper a linha do contorno, de modo que para os predadores é difícil individualizar um animal enquanto correm em grupo.
Zebra.

Classificação científica

  • Família - Eqüídeos
  • Ordem - Perissodáctilos

TIGRES

tigre (Panthera tigris) é um mamífero que faz parte da família dos Felinos ou Felídeos. Esta é uma das quatro espécies dos grandes felinos, que é composta pelos leões, tigres, jaguares ou onça-pintada e leopardos.


Os tigres são animais ágeis, firmes e graciosos. Possui enormes mandíbulas, dentes grandes e afiados, andar macio e fortes garras, este animal é, acima de tudo, um hábil caçador. Quando com fome, estes animais podem também atacar o homem, no entanto, isso é muito raro.  Suas garras longas e cortantes imobilizam a presa com facilidade. Seus enormes dentes ferem mortalmente até animais de grande porte.

Durante a caça, o tigre é silencioso e paciente, espreita sua presa durante horas sem ser visto ou ouvido. As listras presente em sua pelagem acabam por camuflar o tigre no meio da vegetação. Estas, por sua vez, funcionam como a impressão digital de uma pessoa. Não há dois tigres com o mesmo padrão de listras.


São animais que habitavam antigamente, quase todo o continente asiático. Muitos deles ocupavam o gelo da Ásia, outros viviam nas cordilheiras da Ásia Central e muitos ainda habitavam as densas florestas do sul. Vivendo em lugares diferentes, desenvolveram-se várias subespécies, apresentando características distintas. Tanto foram os tigres perseguidos pelos homens, que três subespécies já foram exterminadas. As nove espécies são:








Tigre-siberiano
 (Panthera tigris altaica): este é o maior de todos os tigres. Encontra-se em vales com encostas rochosas do rio Amur, sendo que nos dias de hoje, está confinado a uma pequena região no leste da Rússia. Abrigado por uma espessa camada de pelagem, ele enfrenta o clima gelado daquela região. A cor clara de seu pêlo o confunde com a neve e permite que ele se aproxime da presa sem ser notado. Sua dieta é basicamente composta de suínos selvagens, mas após diminuir o número de exemplares dessa presa, essa subespécie de tigre passou a caçar veados também. Podem também caçar outros animais, como ursos pardos, aves, peixes e répteis.













Tigre-do-sul-da-china (Panthera tigris amoyensis): este é um dos mais ameaçados de extinção, existindo poucos exemplares ainda. Até o começo de 1960, havia aproximadamente 4000 tigres na China. No ano de 1959 Mao Tse Tung, acusou os tigres de serem uma praga, iniciando-se a partir daí uma terrível perseguição à eles. Atualmente, há apenas 59 exemplares em cativeiro, sendo que descendem apenas de 6 exemplares.










Tigre-de-sumatra (Panthera tigris sumatrae): oriundo de ilhas cobertas por densas florestas tropicais, no sul da Ásia. Possuem um porte menor do que o comum, favorecendo assim, correr e se esconder com maior facilidade. Sua população é estimada em 400 a 500 exemplares, presentes predominantemente nos cinco parques nacionais na ilha indonésia de Sumatra.














Tigre-de-bengala (Panthera tigris tigris): esta subespécie é encontrada nas florestas e savanas de Bangladesh, Butão, Nepal, Índia, Myanmar. Atualmente, é a espécie mais comum, com uma população selvagem estimada em 3000 a 4600 indivíduos, sendo que a maioria encontra-se na Índia e Bangladesh.









RINOCERONTES

RINOCERONTE - DE-JAVA




O rinoceronte-de-java é a mais rara das espécies de rinocerontes, com uma população estimada em menos de 100 indivíduos divididos nas duas áreas de ocorrência. Não há registro de espécimens em cativeiro na atualidade, e o último exemplar em cativeiro morreu em 1907 no zoológico de Adelaide, na Austrália. A perda do habitat e caça predatória, pelo uso de seu corno na medicina chinesa, foram as principais causas da redução populacional desses animais. E hoje, mesmo protegido nas reservas, ainda corre risco devido à perda da diversidade genética, doenças e pela caça ilegal.


O rinoceronte-de-java é um animal de hábito solitário, com exceção da época reprodutiva, quando se pode vê-los aos casais e, posteriormente, as mães com seus filhotes. Às vezes, reúnem-se em pequenos grupos para lamber sal e chafurdar na lama. A chafurda na lama é um comportamento típico para todos os rinocerontes; essa atividade lhes permite manter a temperatura corporal fresca e ajuda a prevenir doenças e infestação parasitária. Os rinocerontes-de-java geralmente não cavam sua própria chafurda, preferindo usar a feita por outros animais ou as fossas naturais, que eles irão aumentar utilizando os seus chifres. A lambeção do sal também é muito importante por causa dos nutrientes essenciais que os rinocerontes recebem a partir do sal.




O rinoceronte-de-java é um animal herbívoro e se alimenta de diversas espécies de plantas, especialmente de seus galhos tenros, brotos, folhas novas e frutos caídos. A maioria das plantas que compõem a dieta dessa espécie crescem em áreas ensolaradas, como clareiras nas florestas, arbustais e outros tipos de vegetação sem grandes árvores. O rinoceronte derruba as árvores novas para alcançar as partes mais tenras e apanhá-las com seu lábio superior preênsil.




Como a espécie é raramente observada de forma direta e não existem espécimes em zoológicos, os hábitos sexuais dos rinocerontes-de-java são difíceis de estudar. As fêmeas atingem sua maturidade sexual entre os três e quatro anos de idade, enquanto os machos são sexualmente maduros aos seis anos. Estima-se que a gestação ocorra num período entre 16 a 19 meses. O intervalo entre os nascimentos desta espécie é de quatro a cinco anos, e o filhote é desmamado por volta dos dois anos de idade. Como todas as outras quatro espécies de rinocerontes possuem comportamentos de acasalamento semelhantes, presume-se que os rinocerontes-de-java também os sigam.




                                          
                                             
                                                   RINOCERONTE NEGRO




Nome científico: Diceros bicornis

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Placentalia
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Género: Diceros 
Espécie: D. bicornis 

Distribuição

Esta espécie apenas se encontra já em pequenos territórios protegidos, muito dispersos, pelo Sul continente africano, nomeadamente na Zâmbia, Zimbawe, Botswana, Namíbia, Quénia e África do Sul.

Diferenças

O rinoceronte-negro não é muito diferente do branco, é apenas ligeiramente mais pequeno e a sua boca apresenta um formato distinto. Quanto à cor, e apesar do nome, é muito semelhante, não sendo por aí que se encontram diferenças significativas.

Protegido



Caçado durante centenas de anos, quase até à extinção, por causa dos seus dois chifres, aos quais eram atribuídas propriedades medicinais, existem hoje apenas cerca de 3000 indivíduos a viver em liberdade. No entanto, em meados dos anos 90 só estavam registados e monitorizados pouco mais de 2100, mas a partir dessa altura um projecto para protecção desta espécie, apoiado por várias instituições a nível mundial, inverteu felizmente essa tendência para os números mais confortáveis que hoje conhecemos, e pode ter sido, assim, evitado o desaparecimento definitivo desta espécie.
Gestação


O tempo de gestação dos rinocerontes é de aproximadamente 480 dias. O facto de este ser elevado, tem sido um dos motivos que dificulta a sua reprodução e que não permite ainda uma maior garantia de sobrevivência desta espécie. Normalmente, nasce apenas uma cria, que é amamentada pela mãe até aos dois anos.

Alimentação


O rinoceronte é um herbívoro habituado a uma alimentação diversificada, que se adapta bem a diferentes tipos de plantas, já que ao longo do ano o tipo de vegetação disponível vai variando. Necessita muitas vezes de percorrer distâncias consideráveis, até encontrar pasto suficiente para a sua sobrevivência, e água para os seus banhos, necessários para hidratar a pele e para se livrar da nuvem de insectos que o acompanha.

Visão


O rinoceronte vê muito mal, mas tem um excelente olfacto e também uma aparelho auditivo prodigioso. Quanto se sente ameaçado, sobretudo o rinoceronte-negro, investe de forma implacável sobre tudo o que mexe, apesar de nem sempre saber sobre o que está a investir. A procura de alimento é feita a partir dos cheiros que aprende a reconhecer, durante o tempo em que é apenas amamentado pela mãe. Quando adulto, sabe perfeitamente distinguir os cheiros característicos dos alimentos que mais lhe agradam.



Tamanho, peso e longevidade


Um rinoceronte-negro pode ter em média 1,60 m de altura, 3,80 m de comprimento e pesar mais de 3000 kg. A sua esperança de vida ronda os 30 a 35 anos em liberdade, podendo em cativeiro durar alguns, mas poucos, anos mais.








                        
                         RINOCERONTE DE SUMATRA








Nome científico: Dicerorhinus sumatrensis

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Placentalia
Ordem: Perissodactyla
Família: Rhinocerotidae
Género: Dicerorhinus
Espécie: D. sumatrensis

Outros nomes
Rinoceronte-sumatrano, rinoceronte-de-samatra, rinoceronte-peludo, e ainda rinoceronte-de-dois-chifres-asiático.

Distribuição
Os rinocerontes-asiáticos estão todos em avançado estado de extinção.
O de Sumatra (na Indónesia) é um dos que correm maior perigo, já que, em liberdade, não devem existem muito mais que 330 animais. Estes vivem todos em territórios muito distantes uns dos outros, espalhados por vários países, o que não facilita a conservação da espécie.

Hábitos
Ao contrário dos rinocerontes africanos, que procuram os grandes espaços abertos, os asiáticos procuram viver protegidos pela vegetação da floresta e os pântanos, onde se sentem mais resguardados, evitando os grandes espaços abertos, onde podem ser alvos fáceis para os caçadores furtivos.

Pequeno
O rinoceronte-de-Sumatra é o mais pequeno de entre todas as espécies de rinocerontes que existem. Tem, como os seus primos africanos, dois chifres e a sua pele não é lisa, mas forma uma espécie de carapaças sobrepostas e rugas duras e espessas.

Tamanho, peso e longevidade
Um rinoceronte desta espécie pode ter 1,20 m de altura, medir quase 2 m, pesar 1500 kg e viver cerca de 35 anos.




TUBARÕES


TUBARÃO BRANCO


De todos os animais do planeta, o tubarão branco é o maior predador dos oceanos, com um peso de quase 2 toneladas e até oito metros de comprimento. Sua dimensão é equivalente à da orca.
O tubarão branco é muito individualista e instável, mudando de comportamento a toda hora. Uma das armas mais poderosas são centenas de sensores elétricos dispostos na parte frontal do corpo, com os quais capta até as batidas cardíacas de um outro animal à distância.

 Então pelo ritmo das pulsações, ele avalia se a vítima potencial está assustada ou tensa, situação em que pode ser dominada mais facilmente. O seu bote é uma cena única. O Tubarão Branco é capaz de projetar a boca para fora da face, aumentando o tamanho da mordida para perto de um metro e meio, quase o suficiente para engolir um homem em pé.


                                 
                                  TUBARÃO LIXA






Tamanho:  até 4 metros de  comprimento.          
Dieta :  peixes que habitam no fundo do mar , camarão, lula, polvo, caranguejo, lagosta., e outros. Sua barbicha o auxilia na caça , que é feita na maioria das vezes durante a noite.        
Habitat :  vive em águas mornas desde a superficie até uma profundidade de 60 metros esse animal habita o fundo do mar



Reprodução :   -São oviparos e nasce 30 filhotes por cria, que são replicas pequenas dos adultos.




ORANGOTANGOS


ORANGOTANGO

NOME CIENTÍFICO: PONGO PYGMAEUS.
Nome em inglês: Orangutan.
Ordem: Primates.
Família: Pongidae.
Habitat: Florestas.
Distribuição geográfica: Ilhas de Sumatra e Bornéo.


CARACTERÍSTICAS
Não possui cauda. A fêmea pesa em média 40 Kg e o macho aproximadamente 75Kg (alguns chegam a 100Kg). O pêlo é fino, comprido e abundante. As pernas são pequenas e relativamente fracas, mas o braços e as mãos são muito fortes.




  Gestação: 227 a 275 dias.


Número de filhotes: 01.
Alimentação: Basicamente frutas, e também folhas, ovos sementes e pássaros jovens.
Curiosidades: Podem viver em árvores de 150m de altura.


Os indivíduos que vivem em cativeiro são mais robustos.
O adulto possui uma bochecha proeminente, principalmente os machos mais velhos.
São encontrados aos pares ou em grupos e é muito ativo durante o dia.
Quando provocado é perigoso.
Completa seu crescimento dos 10 aos 12 anos, embora seja sexualmente maduro mais cedo.
Alerta: Ameaçados de extinção, devido principalmente à destruição de seu habitat para a agricultura.

ONÇAS

ONÇA PINTADA



A onça pintada (Panthera onca) é um felino da família Feliade. Esse animal é carnívoro, sendo que também é chamado de jaguar (nome que tem origem na Mitologia Guarani). A onça pintada chega aos 2,10 metros de comprimento, pesa em média 150kg e sua altura chega a 90 cm. Em cativeiro, comem aproximadamente 2,5 kg de carne por dia, porém em liberdade, como gastam mais energia, comem bem mais.
Na Mitologia Maia, é considerada um animal sagrado. Os índios usam sua gordura para passar no corpo das crianças, pois acreditam que isso lhes dá força. Também acreditam que ao comerem a gordura da onça, utilizando para isso a ponta de uma flecha, ficam mais corajosos.
A onça pintada vive às margens dos rios e também nos ambientes campestres desde o sul dos EUA até a Argentina. A onça têm como território individual de caça, aproximadamente 80 quilometros quadrados.
Durante a época do acasalamento, a onça pintada, que é um animal muito solitário, procura um par. A gestação dura cerca de 100 dias e pode ocorrer o nascimento de até 4 filhotes. Os bebês nascem cegos e enxergam somente após duas semanas de vida. Com três meses de vida o filhote começa a sair da toca, para ser ensinado pela mãe a viver sozinho. Após esse período, começa a sua vida solitária. Os machos atingem a maturidade sexual aos três anos e meio e a fêmea aos 2 anos de idade.
A onça pintada é uma excelente nadadora, e tem um grande poder de caça. Suas patas lhe proporcionam uma força extraordinária, o que ajuda muito ao caçar os animais como antas, capivaras, tamanduás, queixadas, cavalos, gado de fazendas, aves, veados, macacos, catetos, pacas, peixes e até jacarés. Também matam jiboias e sucuris quando não encontram outra opção. As onças têm, portanto, uma alimentação muito variada.



A onça pintada tem a mandíbula mais poderosa entre os felinos e a segunda mais poderosa entre os carnívoros. Para matar as capivaras, macacos e outros animais menores ela ataca diretamente no crânio da vítima.
O desmatamento, o envenenamento dos rios e a caça tem dizimado a população de onças pintadas em diversos lugares.
Sua expectativa de vida vária entre 10 e 20 anos, esta oscilação de idade se deve ao fato da onça viver em liberdade ou em cativeiro.







                                                            ONÇA PARDA




Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Nome popular: Onça-parda
Nome em inglês: puma, cougar, panther, ou mountain Lion.
Nome científico: Puma concolor.
Distribuição geográfica: América do Norte, Central e Sul. 
Habitat: Montanhas, florestas tropicais, cerrados.
Hábitos alimentares: carnívoras.
Reprodução: gestação 90 a 96 dias.
Período de vida: as fêmeas até 12 e os machos até 20 anos, aproximadamente
Nesta espécie os machos medem da cabeça ao final do corpo 105 a 195.9 cm, com cauda de 66 a 78 cm, pesando de 67 a 103 kg. Já as fêmeas da cabeça ao final do corpo medem 96 a 151 cm, com cauda de 53 cm a 80 cm, pesando de 36 a 60 kg. Com ombro de 60 a 70 cm. Geralmente os animais menores são tropicais e os maiores de montanhas, alterando peso e coloração, classificando-os como subespécies.
Possuem corpo alongado, a cabeça pequena, pescoço e cauda longa, membros inferiores e posteriores muito fortes, orelhas pequenas, curtas e arredondadas, possui muita agilidade podendo pular cerca de 5,5 metros. O nado às vezes é essencial, mas não é preferência, o fazem quando a recompensa vale a pena. Noturnos e diurnos caçam a qualquer hora do dia com uma certa tendência ao horário de crepúsculo ou quando a fome aperta.
Alimentam-se, em natureza, de vários animais, inclusive veados dos gêneros Blastoceros, Hippocamelus e Mazama, mas também vários ungulados, castores, porcos-espinhos, lebres. Estima-se que a freqüência com que matam para comer varia de 01 veado a cada 03 dias, quando, uma fêmea adulta com filhotes e de 01 veado a cada 16 dias para 01 indivíduo adulto solitário. Na América do Sul os nascimentos acontecem entre fevereiro e junho.
O cio dura entorno de 03 a 04 dias com intervalos de 23 dias entre uma e outra, a gestação de 90 a 96 dias com nascimento de 01 a 06 filhotes, há 03 pares de mamilos, nas fêmeas, exatamente o número máximo de filhotes que nasce. Pesam de 200 a 400 gramas e as manchas desaparecem aos 06 meses. As fêmeas atingem maturidade sexual depois de 2,5 anos e os machos só aos 03 anos









                                                                 ONÇA  NEGRA

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera onca
O termo "Pantera Negra" é usado como referência aos grandes felinos negros.
Entretanto, não há uma espécie distinta de Felino chamada Pantera Negra. Ao longo dos anos o termo "Pantera Negra" vem sendo usado como um nome comum que aplica-se a qualquer grande felino que possui uma pelagem negra. Quando vemos uma foto de uma Pantera Negra, é muito provável que estejamos vendo a foto de um Leopardo ou possivelmente uma Onça com coloração melanística.
O termo Melanística é derivado da palavra "Melanina", um pigmento colorido escuro da pele e do cabelo.
Nos felinos, o melanismo resulta em animais com pelagem inteiramente negra. Em muitos casos as pintas, tão características nas Onças e nos Leopardos podem ser vistas em determinados ângulos sob a luz do Sol.
O Melanismo ocorre devido a um mutação ou anormalidade de um dos genes dos felinos, no qual é associado com as marcas e coloração da pele. O Melanismo é hereditário, mas não é necessariamente passado de uma geração para outra. Entretanto, é comum ver uma ninhada de filhotes mista, com um filhote negro normalmente junto com seus irmãos com pelagem colorida.

O Melanismo também pode ocorrer com outras espécies de felinos selvagens, os chamados pequenos felinos - Caracal, Gato de Geoffrey, Gato Maracajá Mirim, Bobcat, Jaguatirica, Jaguarundi e Serval.
Leopardos com características melanísticas são mais frequentemente encontrados em florestas tropicais densas do Sudeste da Ásia - acredita-se que sua coloração escura seja uma camuflagem perfeita no interior das florestas em condições onde há pouca luz solar, o que é uma grande vantagem na hora da caça.